O turismo é uma ferramenta poderosa de desenvolvimento econômico, valorização cultural e fortalecimento de comunidades. No entanto, quando surgem denúncias graves envolvendo tráfico humano e violência infantil na região do Marajó, no Pará, o setor não pode se manter neutro.
As recentes acusações, que ganharam repercussão nacional, motivaram um abaixo-assinado solicitando a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigação imediata dos fatos. Independentemente de posicionamentos políticos, o que está em jogo é algo maior: a proteção de vidas, especialmente de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.
Como agentes do turismo, precisamos reafirmar um princípio essencial:
- O turismo deve gerar desenvolvimento, nunca exploração;
- Deve proteger comunidades, não expô-las a riscos;
- Deve respeitar culturas, não instrumentalizá-las;
- E, acima de tudo, deve atuar com ética e responsabilidade social
O Marajó é um território de enorme riqueza cultural e ambiental, com comunidades tradicionais, biodiversidade única e forte identidade histórica. Justamente por isso, merece políticas públicas eficazes, fiscalização adequada e ações concretas de proteção social.
Empresas do setor turístico têm papel fundamental nesse cenário. Não basta vender destinos; é preciso assumir compromisso com práticas responsáveis, apoiar iniciativas de proteção e colaborar com autoridades sempre que necessário.
Para a Taguatur Turismo, o posicionamento é claro: defendemos um modelo de turismo que promove inclusão, sustentabilidade e segurança. O verdadeiro turismo é aquele que preserva a cultura, respeita a história e, sobretudo, protege a vida.
Silenciar diante de denúncias dessa natureza não é uma opção para quem acredita em turismo como ferramenta de transformação social positiva.
Saiba mais e acompanhe o abaixo-assinado: https://c.org/YJKpm5d7HP